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Filme brasileiro “Colegas” é exibido pelo Projeto Pontos MIS, nesta quarta-feira (11/10)

Sessão terá início às 14h, na Escola de Artes Augusto Boal

O Projeto Pontos MIS (Museu da Imagem e Som) exibe, nesta quarta-feira (11/10), o filme “Colegas”. A sessão gratuita será exibida às 14h, na Escola de Artes Augusto Boal, localizada na Rua Casemiro de Abreu, s/nº, no Jd. Amanda. A sessão, que é livre para todos as idades, conta com pipoca grátis para o público presente. O Projeto Ponto MIS é um programa de formação e difusão cultura de iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Prefeitura de Hortolândia.

Com a direção de Marcelo Galvão, o filme brasileiro “Colegas” retrata a história do trio de amigos Stallone, Aninha e Márcio, que viviam juntos em um instituto para portadores da Síndrome de Down. Cansados da monotonia do dia a dia e inspirados pelos inúmeros filmes a que assistiam na videoteca local, os amigos decidem fugir do instituto, roubando o carro do jardineiro, interpretado pelo ator Lima Duarte. A partir desse clímax, o filme explora as aventuras dos três jovens sonhadores e a repercussão que o caso ganhou com a imprensa e a polícia locais. “Colegas” é um fábula universal, com elementos lúdicos, que propõe a reflexão sobre as dificuldades e os sonhos, sem, no entanto, destacar diretamente a síndrome das personagens. O filme é estrelado por Ariel Goldenberg, Rita Pook e Breno Viola.

 

SERVIÇO

CINEMA PONTOS MIS: Filme “Colegas”

Filme: Colegas

Data: quarta-feira, 11 de outubro

Horário: 14h

Local: Escola de Artes Augusto Boal (Rua Casemiro de Abreu, s/nº | Jardim Amanda)

Livre para todas as idades | Gratuito e com pipoca grátis durante a sessão

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“Em 97 era Assim” será exibido pelo Pontos MIS, nesta sexta-feira (29/09)

Sessão com pipoca grátis será às 14h, na Escola de Artes Augusto Boal

O projeto Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som) exibe, nesta sexta-feira (29/09), o filme “Em 97 Era Assim”. A sessão gratuita terá início às 14h, na Escola de Artes Augusto Boal, localizada na Rua Casemiro de Abreu, s/nº, no Jd. Amanda. O projeto Pontos MIS é um programa de formação e difusão cultural de iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Prefeitura de Hortolândia.

Com a direção de Zeca Brito, o longa de ficção “Em 97 Era Assim” explora as descobertas sexuais de um grupo de amigos formado por quatro adolescentes de 15 anos. Retratando arquétipos do tipo romântico, do nerd, do tarado e do transgressor, o filme exalta a amizade entre os amigos e remete à nostalgia da época, por meio de músicas, roupas e dispositivos eletrônicos típicos do final da década de 1990. Além da busca pela primeira experiência sexual, o longa, lançado em 2017, ilustra as tensões da adolescência e os compromissos do colégio. O elenco de “Em 97 Era Assim” é formado por um elenco jovem, em que se destaca o ator João Pedro Corrêa Alves. 

 

SERVIÇO

Cinema Pontos Mis: Filme "Em 97 era assim"

Data: sexta-feira, 29/9

Horário: 14h

Local: Escola de Artes Augusto Boal (

Endereço: Rua Casemiro de Abreu, s/n | Jardim Amanda)

Classificação: 16 anos

Gratuito e com pipoca grátis

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Pontos MIS promove exibição do filme brasileiro “O Cortiço”

Sessão com pipoca grátis será nesta sexta-feira (25/08), às 19h, na Escola de Artes Augusto Boal 

O cinema brasileiro já produziu várias adaptações de obras importantes da literatura. Uma delas é “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo, romance que é considerado um dos grandes exemplares do estilo Naturalismo. O projeto Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som) exibirá o filme “O Cortiço”, nesta sexta-feira (25/08). A sessão com pipoca grátis será, às 19h, na Escola de Artes Augusto Boal, localizada na rua Casemiro de Abreu, s/nº, Jardim Amanda. O Pontos MIS é uma ação do governo do Estado que promove sessões e outras atividades relacionadas a cinema com o apoio da Prefeitura de Hortolândia.

No livro, Aluísio Azevedo mostra as condições precárias de vida da população pobre na cidade do Rio de Janeiro, no final do século XIX. “O Cortiço” conta a história de João Romão, ganancioso comerciante português que sonha ficar rico e ascender socialmente. Ele é dono de estabelecimentos comerciais e de um cortiço. Lá, mora Jeronimo, funcionário da pedreira de Romão. No cortiço, Jeronimo se apaixona por uma moradora, Rita Baiana. Por causa da paixão, ele abandona a esposa e a filha e comete um assassinato. 

O filme, lançado em 1978, é estrelado por Betty Faria (Rita Baiana), Mario Gomes (Jerônimo) e Armando Bógus (João Romão). A direção é do cineasta Francisco Ramalho Junior. A trilha sonora foi composta pelo maestro John Neschling, que posteriormente criou trilhas para outros fimes, como “O beijo da Mulher Aranha”, de Hector Babenco, e “Desmundo”, de Alain Fresnot.

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Filme da Argélia “Dançando no silêncio” é atração da sessão de cinema do Pontos MIS

Sessão com pipoca grátis será nesta sexta-feira (18/08), às 19h, na Escola de Artes Augusto Boal

A dança pode transformar a vida das pessoas. Essa é a mensagem do filme “Dançando no silêncio”, que o Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som) exibe nesta sexta-feira (18/08). A sessão será, às 19h, na Escola de Artes Augusto Boal, localizada na rua Casemiro de Abreu, s/nº, Jardim Amanda. Haverá ainda outro atrativo para o público: pipoca grátis. O Pontos MIS é um projeto do governo do Estado que promove sessões e outras atividades relacionadas a cinema com o apoio da Prefeitura de Hortolândia.

A sessão é uma oportunidade para o público conhecer a cinematografia da Argélia. “Dançando no silêncio” é uma produção de 2022, com direção de Mounia Meddour. Ela é uma das novas cineastas surgidas no país africano.

O filme é protagonizado por Houria, dançarina cujo sonho é integrar o Balé Nacional da Argélia. Durante o dia, a jovem trabalha como camareira. Já à noite ela se envolve com apostas ilegais em lutas de animais. Certa noite, ela ganha uma grande quantidade em dinheiro, mas é assaltada e ferida por um ladrão. Ao acordar, Houria vê que está internada num hospital e recebe a terrível notícia que não poderá mais dançar. A jovem se recusa a aceitar o fato e se dedica à sua recuperação física. Durante esse processo, Houria conhece outras mulheres que também sofreram traumas e decide ensiná-las a dançar. A protagonista Houria é interpretada pela atriz Lina Khoudri, que também estrela o filme “Os três mosqueteiros: Milady”, previsto para estrear nos cinemas do Brasil ainda neste ano.

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Inscrições abertas para oficina sobre financiamento de projetos audiovisuais

Atividade promovida pelo Pontos MIS e Prefeitura de Hortolândia será nesta quinta-feira (17/08), na Escola de Artes  

O grande desafio para quem atua no mercado audiovisual é obter recursos para a realização de projetos. A fim de ajudar os profissionais dessa área, o Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som) e a Prefeitura de Hortolândia realizam a oficina “Como financiar o seu projeto audiovisual”. A atividade será nesta quinta-feira (17/08), às 18h30, na Escola de Artes Augusto Boal, localizada na rua Casemiro de Abreu, s/nº, Jardim Amanda. Para participar, é necessário fazer inscrição presencial na escola, ou via telefone pelos números (19) 3819-0518 e (19) 3819-0549. São 20 vagas disponíveis. Podem participar pessoas com idade a partir de 15 anos.

A oficina mostrará as possibilidades de financiamento para projetos audiovisuais. Serão abordadas plataformas de financiamento coletivo e crowdfunding brasileiras e internacionais. Os participantes também receberão informações sobre editais públicos para projetos audiovisuais.

Outro tema que será discutido é a importância de participar dos mercados de compra e venda de conteúdo audiovisual. Os aprendizes terão noções sobre como apresentar seu projeto por meio de pitching e como participar de rodadas de negócios. A oficina será ministrada pela diretora e roteirista Giuliana Monteiro. A profissional também atuou durante oitos como produtora. Dirigiu e roterizou seis curtas metragens: “Raízes” (experimental), “Margarete 6422” (documentário), “Stay” (ficção), “Felicidade” (ficção) e “Eu Não Digo Adeus, Digo Até Logo” (ficção). Atualmente, trabalha em seu primeiro projeto de longa-metragem, “Estrada para Livramento”, que recebeu o Spike Lee Fund Award para desenvolvimento. Giuliana também finaliza seu primeiro projeto de longa documental, o filme “Bento”.

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Pontos MIS exibe filme brasileiro “Sonhos tropicais” em Hortolândia

Sessão com pipoca grátis será nesta sexta-feira (11/08), às 19h, na Escola de Artes Augusto Boal

A Revolta da Vacina, fato ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, em 1904, é o pano de fundo do filme brasileiro “Sonhos tropicais”. O longa-metragem é a atração da sessão de cinema do Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som). A sessão será nesta sexta-feira (11/08), às 19h, na Escola de Artes Augusto Boal, que fica na rua Casemiro de Abreu, s/nº, Jardim Amanda. Haverá ainda outro atrativo para o público: pipoca grátis. O Pontos MIS é um projeto do governo do Estado que promove sessões e outras atividades relacionadas a cinema com o apoio da Prefeitura de Hortolândia. 

“Sonhos tropicais”, lançado em 2001, é inspirado no romance de mesmo título do escritor gaúcho Moacyr Scliar (1937-2011). O filme conta duas histórias simultâneas. Em 1889, um navio aporta na cidade do Rio de Janeiro, que na época era a capital federal. Um dos passageiros que desembarca é o médico sanitarista Oswaldo Cruz, que retorna ao Brasil após ter ido estudar na Europa. Quem também desembarca é a jovem polonesa Esther, que vem ao país com a proposta de um casamento. 

Ao se destacar profissionalmente, Cruz é nomeado para dirigir o Instituto Soroterápico (atual Fundação Oswaldo Cruz), no bairro de Manguinhos, onde pesquisa sobre febre amarela, peste bubônica, dentre outras doenças. À frente da instituição, o sanitarista conduz campanhas de vacinação contra essas doenças. Para combater a varíola, ele determinou a obrigatoriedade da vacinação contra a doença. Descontente com a medida, a população carioca iniciou um movimento que foi chamado Revolta da Vacina. 

Por sua vez, Esther descobre que a proposta de casamento é uma farsa, e ela é forçada a trabalhar como prostituta. A jovem conta com a ajuda de Vânia, outra polonesa que também foi vítima do mesmo golpe. O filme tem direção do cineasta André Sturm. O elenco conta com a atriz Carolina Kasting, que interpreta Esther. Por sua atuação no filme, ela foi premiada no Festival de Cinema de Recife, em 2002.

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