Menu


Durante pandemia do Coronavírus, Prefeitura distribui cestas básicas para famílias em vulnerabilidade social

A fim de auxiliar moradores em situação vulnerável, afetados pela pandemia do Coronavírus, a Prefeitura de Hortolândia distribui cestas de alimentos, via rede de assistência social. A concessão do benefício eventual, iniciada em março de 2020, é feita com recursos do próprio município e será mantida por tempo indeterminado. De acordo com a Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, a Administração Municipal entrega 2.100 cestas/mês. Tanto a solicitação quanto a retirada das cestas é feita via CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). Atualmente, o município conta com quatro unidades, localizadas na Região Central e nos bairros Jd. Amanda, Jd. Novo Ângulo e Jd. Primavera. Nestas unidades, o atendimento acontece das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira (em caso de dúvidas, consulte telefones abaixo).

Nos CRASs, é possível também retirar máscaras de proteção individual. Durante todo o atendimento presencial deve-se respeitar o protocolo estabelecido pelo Código Sanitário do Estado de São Paulo, contra a disseminação da COVID-19, mantendo a higienização constante das mãos com água e sabão ou álcool em gel, fazendo uso de máscara individual e mantendo o distanciamento social.

Os critérios para receber a cesta foram definidos pelo CMASH (Conselho Municipal de Assistência Social de Hortolândia), de acordo com níveis de prioridade, como indivíduo e/ou família desprovida de qualquer renda ou benefício, condições apuradas pelas equipes dos CRAS. 

 

Confira abaixo os canais de contato com os CRASs para esclarecimento de dúvidas:

Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social: 3965-1400 ramais 8204, 8210 e 8220; 3965-1438; 99976-4011 (WhatsApp)

CRAS Amanda: 3909-3642 / 3909-2140 /WhatsApp: 99976-1602

CRAS Central: 3865-1133 / 3897-2519 /WhatsApp: 99817-0620

CRAS Novo Ângulo: 3845-7629 / 3809-1945 / WhatsApp: 99910-9085

CRAS Primavera: 3909-2292 / 3909-0627 /WhatsApp: 99976-1874

 

 

Pessoas com deficiência intelectual poderão participar do programa Acerte

A partir de agora, pessoas com deficiência Intelectual já podem participar do programa Acerte (Ação Cidadã de Requalificação, Trabalho e Educação), realizado pela Prefeitura de Hortolândia, por meio da Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social. Uma alteração no regulamento do programa tornou possível a inserção de pessoas com deficiência intelectual. Criado em 18 de dezembro de 2018, o Acerte é o programa emergencial de auxílio-desemprego, de caráter assistencial, que proporciona ocupação, qualificação e acesso a direitos básicos, tais como educação, saúde, alimentação e renda. É voltado a moradores de Hortolândia, em situação de vulnerabilidade social.

Os bolsistas participam de cursos, por meio dos quais têm a oportunidade de aprender uma profissão, e atuam em estações de vivência em órgãos da Prefeitura ou entidades assistenciais conveniadas. Como contrapartida, recebem cesta básica, vale transporte e bolsa de R$ 710/mês.

“Essa alteração na lei permitirá a inserção das pessoas com deficiência intelectual no programa, gerando renda às mesmas, haja vista que o mercado de trabalho, na maioria das vezes, não oportuniza a essas pessoas a possibilidade de emprego”, ressalta o diretor do Departamento de Geração de Renda e Economia Solidária, Gérson Ferreira.

Seleção dos bolsistas

A Inscrição no Programa Acerte pode ser feita no CRAS (Centros de Referência de Assistência Social) mais perto de casa. A cidade conta com quatro unidades: Central, Jd. Amanda, Jd. Primavera e Jd. Novo Ângulo.

A seleção dos bolsistas também é feita por meio dos CRAS, bem como do CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), existentes na cidade. O programa proporciona aos aprendizes a possibilidade de reinserção no mercado profissional ou de se tornarem empreendedores.

Quando surgir vaga no programa, o PCD intelectual deverá apresentar declaração do CAPS (Centro de Atendimento Psicossocial), órgão da Secretaria de Saúde, que ateste o atendimento na unidade e a condição do interessado. Ao contrário dos demais bolsistas, cujo tempo de permanência depende da escolaridade, o bolsista com deficiência intelectual poderá permanecer no programa pelo tempo que a equipe técnica de acompanhamento achar necessário. Também poderá participar dos cursos de qualificação profissional, conforme avaliação e recomendação do CAPS, não sendo esta condição obrigatória para permanência no programa.

 

 

 

 

Servidores Municipais de Hortolândia vestem branco em campanha pelo fim da violência contra a mulher

Nesta sexta-feira (04/12), os servidores municipais da Prefeitura de Hortolândia vestiram branco pelo fim da violência contra a mulher. A ação, realizada pela Administração Municipal por meio do  Departamento de Direitos Humanos e Políticas Públicas para Mulheres, marca o chamado dia D da Campanha do Laço Branco, em que homens buscam sensibilizar outros homens sobre o tema. A programação de eventos começou no dia 2 e vai até o dia 10 deste mês. A iniciativa da Secretaria de Governo também integra os “16 dias de ativismo” pelo fim da violência de gênero. O objetivo é sensibilizar a população no sentido de perceber e enfrentar as diversas modalidades de agressão à figura feminina.

“A ação desta sexta-feira é para mobilizar os servidores a abraçar esta campanha. Foram distribuídos 500 panfletos informativos, com dicas de como prevenir e denunciar este tipo de crime, além de mil lacinhos brancos para colocar na camiseta e mostrar o comprometimento de cada um. Os servidores também vieram trabalhar com camiseta branca”, solicita a diretora do Departamento de Direitos Humanos e Políticas Públicas para Mulheres, Josefa Teixeira.

Campanha do Laço Branco abraça a mobilização mundial

Lançada no município em 2017, a Campanha do Laço Branco abraça a mobilização mundial em que homens já sensibilizados buscam sensibilizar outros homens para a causa. A ação é realizada em parceria com o CMDM (Conselho Municipal dos Direitos da Mulher).

Dados do Departamento de Direitos Humanos e Políticas Públicas para Mulheres da Secretaria de Governo mostram que, somente neste ano, até o momento, 404 mulheres vítimas de violência, foram atendidas no CRAM (Centro de Referência e Atendimento à Mulher) “Débora Regina Leme dos Santos”. Desde 2017, quando o órgão especializado foi criado, a equipe multi profissional já realizou 2.028 procedimentos, entre acolhimentos e atendimentos psicossocial; orientação jurídica à vítima; registro de Boletim de Ocorrência Eletrônico; acompanhamento ao IML (Instituto Médico Legal), a hospitais e UPAs-24h (Unidades de Pronto Atendimento); retiradas de pertences com apoio da GM; além de recâmbio para cidades de origem e famílias extensivas.

16 dias de ativismo

Segundo o Departamento de Direitos Humanos, a Campanha dos “16 dias de ativismo” foi lançada em 1991 por 23 mulheres de diferentes países, reunidas no Centro de Liderança Global de Mulheres para promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres. O período engloba datas históricas significativas, marcos de luta das mulheres, iniciando em 25 de novembro, declarado o Dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres, e finalizando em 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. No Brasil, a Campanha foi antecipada para 20 de Novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, fazendo o reconhecimento histórico da opressão e discriminação contra a população negra e, especialmente, as mulheres negras brasileiras cujas vidas são marcadas pela opressão de gênero, raça e classe social.  

Confira abaixo a programação da campanha:

07/12, 18h - Tema: O Homem pelo fim da violência contra a mulher

Local: CRAM Roda Conversa com Conselheiras do Conselho Municipal de Diretos das Mulheres

 

08/12, 9h - Violência doméstica não respeita Idade 

Local: Centro de Conivência da Melhor Idade Remanso

 

09/12 - Tema: Publicação Vídeo com as idosas do Centro de Convivência da Melhor Idade enfatizando a importância do Não é Não 

 

10/12 - Dia Internacional dos Direitos Humanos - Os Direitos Humanos são definidos como direitos assegurados a todos os seres humanos, um ideal a ser atingido, independentemente de nacionalidade, sexo, etnia, religião, língua, opinião política ou qualquer outro critério desse tipo.

 

Prefeitura e PUC-Campinas se aliam para auxiliar região do Jardim Novo Ângulo

A fim de promover o desenvolvimento social da região do Jd. Novo Ângulo, a Prefeitura de Hortolândia e a PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica de Campinas) firmaram parceria, por meio de um convênio de cooperação técnica, sem custos para as partes. A aliança prevê a realização de uma série de ações estratégicas e estudos que poderão nortear políticas públicas específicas para a região, na área da assistência social. Uma das metas é o enfrentamento à vulnerabilidade social. 

Na tarde desta sexta-feira (27/11), a diretora de Inclusão Social, Mônica de Freitas Inácio; assistentes sociais e a coordenadora do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) Jd. Novo Ângulo, Eliane Silva, reuniram-se com os professores da PUC-Campinas, Teresinha Cristiane de Moraes, Cristiano Monteiro, Stela Cristina de Godoi, Vera Plácido e Camila Massaro, para tirar dúvidas sobre um dos projetos em curso: o Diagnóstico Socioterritorial do Território do CRAS do Jardim Novo Ângulo. A etapa é necessária, antes da elaboração e publicação da versão final do documento.

Segundo a Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, a região, que tem como órgão de referência este CRAS, engloba 48 bairros, nos quais moram 5.815 famílias e 15.824 pessoas.

De acordo com Eliane Silva, entre as ações estratégicas em realização pela PUC-Campinas, por meio do Observatório da universidade, na área, estão os seguintes protótipos: Mapa da Vulnerabilidade e Diagnóstico Socioterritorial de toda a região; Cartografia Social e desenvolvimento de aplicativo para que munícipes de cinco dos 48 bairros se identifiquem dentro do mapa de Hortolândia (Jd. Aline, Vila Guedes, Jd. Conceição, Jd. Brasil e ocupação do Monte Sinai); Corrente de Memórias e Economia Solidária com as mulheres da região do Jd. Rosolém; e trabalho com familiares de pessoas reclusas, no Jd. Brasil. Cabe à Prefeitura, por meio do CRAS Jd. Novo Ângulo, fazer a ponte dos pesquisadores com a comunidade.

“O objetivo da parceria entre a Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social e a PUC-Campinas é desenvolver estratégias de desenvolvimento social, com base em dados públicos e dos sistemas de benefícios, visando ao fortalecimento das políticas públicas sociais”, esclarece a coordenadora. Eliane ressalta, ainda, que os bairros deste território apresentam grande diversidade entre si, sendo alguns muito empobrecidos e mais vulneráveis que outros. “O Diagnóstico nos mostrará os pontos de vulnerabilidade do CRAS Novo Ângulo. Por exemplo, soubemos que, na região do Novo Ângulo 24% da população inserida no Cadastro Único são consideradas sem instrução e 38% não completaram o Ensino Fundamental. A questão é, se a Prefeitura oferece a EJA (Educação de Jovens e Adultos), por que não fazem? Soubemos também que a maioria deles são mulheres, que trabalham o dia todo e à noite cuidam dos filhos. O que fazer para atendê-las? O CRAS é este agente que vai estabelecer pontes, mostrar caminhos”, complementa Eliane.

 

Confira os bairros da área de abrangência do CRAS Novo Ângulo:

1.Chácara Nova Boa Vista

2.Chácara Panaíno

3.Chácara Recreio Novo Ângulo

4.Chácara Reymar

5.Jardim Aline

6.Jardim Andaraí

7.Jardim Brasil

8.Jardim Conceição

9.Jardim do Brás

10.Jardim do Lago

11.Jardim Flórida

12.Jardim Girassol

13.Jardim Malta

14.Jardim Nova América

15.Jardim Nova Europa

16.Jardim Novo Ângulo

17.Jardim Santiago

18.Jardim Residencial Veccon Buriti

19.Loteamento Industrial Zeta Hortolândia

20.Parque Perón

21.Residencial Anauá

22.Santa Emília

23.Vila América

24.Vila da Conquista

25.Vila do Presídio (Pq. Perón)

26.Vila Guedes

27.Vila Inema

28.Chácara Assahy

29.Santa Esmeralda

30.Chácara Fazenda Coelho

31.Condomínio Residencial Monte Carlo (Jd. Lírio)

32.Jardim Adelaide

33.Jardim Lírio

34.Jardim Nossa Senhora da Penha

35.Jardim Nossa Senhora de Fátima

36.Jardim Nossa Senhora de Lourdes

37.Jardim Paulistinha

38.Jardim Ricardo

39.Jardim Rosolém

40.Jardim Santa Cândida

41.Jardim Santa Izabel

42.Jardim Santo Antônio

43.Jardim São Benedito

44.Jardim Sumarezinho

45.Jardim Terras de Santo Antonio

46.Jardim Viagem

47.Núcleo Santa Isabel

48.Vila Ipê

Eleições para o Conselho Municipal de Assistência Social começam na terça-feira (01/12)

As eleições para a recomposição do CMASH (Conselho Municipal de Assistência Social de Hortolândia) começam na próxima terça-feira (01/12). Serão escolhidos representantes em três segmentos: usuários, OSCs (organizações da sociedade civil) e trabalhador da área, para atuar no período de 2021 a 2022.

A votação acontece até a sexta-feira (04/12), das 9h às 14h, de maneira escalonada, nos CRASs (Centro de Referência de Assistência Social) Central, Novo Ângulo, Amanda e Primavera (veja locais e datas específicas abaixo).  

Segundo a Resolução 012, de 11/08/2020, publicada no Diário Oficial Eletrônico do Município de número 955, a eleição será feita, por meio de  voto nominal em cédula de papel. Cada OSC poderá votar somente em um representante, assim como os representantes de usuários deverão votar em usuários e os trabalhadores da área, apenas em sua categoria. A previsão é que os votos sejam apurados no dia sete de dezembro. Após isso, será publicada a lista dos votados.

Serão declaradas eleitas as seis OSCs mais votadas, sendo as três primeiras na condição de titulares e as três subsequentes na condição de suplentes. 

Nos segmentos usuários e trabalhadores da área, serão eleitos, respectivamente, três conselheiros titulares e três suplentes de cada.

“O Conselho é o órgão fiscalizador da política de assistência social, é deliberativo, paritário (com igual representatividade do poder público e da sociedade civil) e de extrema importância para a efetividade dos programas, serviços e projetos ofertados pela rede SUAS (Sistema Único de Assistência Social). O CMASH existe no município de Hortolândia desde 1996. A eleição do conselho é a oportunidade de a sociedade civil participar ativamente da construção de políticas assertivas, de modo a assistir a população em vulnerabilidade”, afirma o atual presidente do CMASH, Jesus Costa.

 

Confira as datas e os locais de votação: 

A eleição ocorrerá das 9h às 14h e será da seguinte forma:

• 01/12/2020 – CRAS Central – Rua Zacarias Costa Camargo, 50 - Remanso;

• 02/12/2020 – CRAS Amanda –Av. Tarsila do Amaral, 540, Jd. Amanda; 

• 03/12/2020 - CRAS Jd. Primavera– Rua Das Amoreiras, 35 – Jd. Hab. Jd. Primavera; 

• 04/12/2020 – CRAS N. Ângulo – Rua Francisco Bereta, nº 330, Novo Ângulo.

 

Prefeitura promove cursos a distância voltados a empreendedores da Economia Solidária

Se você é empreendedor da Economia Solidária e atua em Hortolândia, já pode aprimorar seus conhecimentos profissionais, com a ajuda da Prefeitura. A Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social abrirá, a partir desta segunda-feira (23/11), vagas para quatro cursos gratuitos, na modalidade EaD (Educação a Distância), voltados ao segmento. São eles: Fluxo de Caixa, Plano de Negócio, Gerenciamento de custos e Contabilidade para não contadores. 

Há 80 vagas disponíveis, 20 em cada curso, preferencialmente para empreendedores solidários. As inscrições devem ser realizadas até quatro de dezembro, exclusivamente pela internet, no link: https://forms.gle/fWsrnre4bYoVwvZN6

Os selecionados serão divulgados de sete a 11 de dezembro. A empresa contratada, o Instituto Crepaldi, entrará em contato com eles e passará login e senha para que possam acessar o sistema. Os participantes terão 45 dias para concluir o cursos. Os aprovados receberão certificado. Os cursos são disponibilizados graças ao convênio Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária), com recursos específicos para formação de pessoal.

Segundo a Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, quem não tem acesso à internet para assistir às aulas, poderá agendar o uso de computadores no Laboratório de Informática do CQP (Centro de Qualificação Profissional) do HORTOFÁCIL, central de serviços municipais localizada na Região Central. O agendamento de equipamentos pode ser feito, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo telefone 3865-1400, ramal 8233.

“Muitos empreendedores não conseguem separar as contas de casa das do negócio, nem fazem controle de caixa. Nosso objetivo é capacitá-los para que estejam mais preparados e controlem melhor o próprio negócio”, afirma Cláudia Maria Melo da Silva, chefe de Setor de Geração de Renda e Empreendedorismo. 

Sobre a Economia Solidária

A Economia Solidária é uma política pública de Inclusão e Desenvolvimento Social sob gestão, no município, do Departamento de Geração de Renda e Economia Solidária. É regulamentada por três leis municipais: a de nº 1.236/2003, que institui o PES (Projeto de Economia Solidária), com o objetivo de potencializar o desenvolvimento de atividades econômicas por grupos organizados de baixa renda; a de nº 2.669/2012, que cria o Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências; e a de nº 3.544/2018, que dispõe sobre a criação da incubadora municipal da Economia Solidária, além de diversos regulamentos.

Segundo a Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, atualmente, há 47 empreendedores solidários cadastrados junto à Prefeitura. Destes, 25 estão em atividade, 12 atuam na Praça do Pastel, no Jd. Nossa Senhora de Fátima, e 13 na Praça da Penha, no Jd. Nossa Senhora da Penha. Eles produzem e comercializam alimentos e objetos artesanais.

Assinar este feed RSS