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Hortolândia amplia vacinação contra HPV para meninos de 9 anos

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Prefeitura também inicia vacinação para adolescentes de 11 e 12 anos que ainda não receberam a vacina meningócica ACWY 

Se você tem adolescentes, fique atento com duas novidades importantes para garantir a saúde deles. Hortolândia amplia a vacinação contra o vírus HPV para meninos de 9 anos. O município segue a nova determinação do Ministério da Saúde, que decidiu estender a imunização para o público dessa faixa etária. De acordo com a Secretaria de Saúde, a vacinação foi iniciada nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), nesta terça-feira (27/09).

Até então, a vacinação contra o HPV era oferecida para garotos com idade a partir de 11 anos. Com a mudança, agora tanto meninos quanto meninas começam a ser imunizados contra o vírus a partir dos 9 anos.

A Vigilância Epidemiológica, órgão da Secretaria de Saúde, reforça para famílias e responsáveis a importância de imunizar meninos e meninas contra o vírus HPV, que causa Câncer de colo de útero, de reto, dentre outras doenças. A vacina contra o HPV integra o Programa Nacional de Imunização (PNI). 

Meningite ACWY 

Hortolândia também inicia a aplicação da vacina meningocócica ACWY (Meningite ACWY) para adolescentes de 11 a 14 anos que ainda não receberam o imunizante. A vacinação também já foi iniciada nas UBSs, nesta terça-feira (27/09). 

O município realiza essa vacinação também conforme a determinação do Ministério da Saúde, que detectou neste ano aumento de casos da doença no público dessas faixas etárias. A Secretaria de Saúde salienta que a vacinação será realizada até junho de 2023. 

A vacina meningocócica ACWY também integra o Programa Nacional de Imunização (PNI). A Vigilância Epidemiológica alerta que adolescentes de 11 a 14 anos devem receber uma dose da vacina.

Vacina contra vírus HPV é importante para proteger adolescentes contra várias doenças

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Imunizante está disponível nas UBSs de Hortolândia e integra calendário vacinal obrigatório para a população adolescente

Este mês marca a campanha “Março Lilás” de conscientização sobre o câncer de colo de útero. A Prefeitura de Hortolândia reforça que uma das principais medidas de prevenção à doença é a vacina contra o vírus HPV (Papilomavírus Humano), que causa o câncer de colo de útero e outras doenças. 

A imunização contra a doença é recomendada já na adolescência, com a aplicação de duas doses. O intervalo entre as doses é de seis meses. O imunizante integra o calendário vacinal obrigatório para meninas na faixa etária de 9 a 14 anos. A Prefeitura salienta que a vacina está disponível gratuitamente nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). 

O HPV também pode provocar várias doenças nos homens. Por isso, a vacina também está incluída no calendário vacinal obrigatório para meninos de 11 a 14 anos. A vacina para o público adolescente masculino também é oferecida gratuitamente pela Prefeitura nas UBSs do município. 

A Prefeitura reforça para as famílias e os responsáveis a importância de imunizar os adolescentes contra o HPV. De acordo com a Secretaria de Saúde, a cobertura vacinal dessa população contra o HPV está baixa. Em 2020, 2.915 adolescentes receberam a 1ª dose. Já o número de adolescentes vacinados com a 2ª dose foi de 2.401. O total de adolescentes com o esquema vacinal completo foi de 13%. 

Em 2021 houve queda na cobertura vacinal. O número de adolescentes imunizados com a 1ª dose foi de 2.588. Já a 2ª dose foi aplicada em 2.194 adolescentes. O total da população adolescente com o esquema vacinal completo foi de 12%. De acordo com a Secretaria de Saúde, a população do município na faixa etária de 9 a 14 anos é de 17.382 pessoas.  

De acordo com a coordenadora do programa de imunização da Secretaria de Saúde, Ana Paula Fernandes, um dos principais motivos para a baixa adesão à vacinação contra o HPV é a ideia preconcebida que famílias e responsáveis têm que a vacina estimula a vida sexual precoce do público adolescente. “É necessário desmitificar essa visão que as pessoas têm. A vacina previne os adolescentes contra doenças que eles podem vir a ter mais para frente na idade adulta. Além da vacina, é importante que as famílias e os responsáveis conversem e orientem os adolescentes sobre os riscos e os problemas que podem ser causados com o início precoce da vida sexual”, salienta Ana Paula. 

Ainda de acordo com a coordenadora, outro motivo para a baixa vacinação está relacionada à adolescência, fase em que os jovens já consideram que têm autonomia para tomar decisões, e por isso julgam não ser necessário serem vacinados. Ana Paula ainda salienta que a queda na cobertura vacinal em 2021 também foi causada pela pandemia do Coronavírus.

A coordenadora ressalta para que os adolescentes e suas famílias e/ou responsáveis procurem a UBS de referência para mais informações e orientações sobre o HPV e a vacina.

Prefeitura de Hortolândia orienta mulheres sobre câncer de colo de útero

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Doença é totalmente curável quando feito o diagnóstico precoce; dentre as principais medidas preventivas estão a vacina contra o vírus HPV e realização do exame Papanicolau

Para marcar o mês da mulher e a campanha Março Lilás de conscientização sobre o câncer de colo de útero, a Prefeitura de Hortolândia dá orientações para a população feminina de como se prevenir contra a doença.  

A ginecologista e obstetra do CAISM (Centro de Atenção Integrada à Saúde da Mulher), órgão da Secretaria de Saúde, dra. Elenice da Silva Taglieta, explica que o câncer de colo de útero é causado por determinados tipos de vírus HPV (Papilomavírus Humano). O vírus provoca lesões no colo do útero. “Essas lesões são totalmente curáveis na fase inicial. Mas, se não forem tratadas, podem, após muitos anos, se transformar em câncer”, alerta a especialista.

Na fase inicial, a doença pode não apresentar sinais ou sintomas. “Muitas vezes, os sintomas não começam até que a doença se torne mais invasiva e afete os tecidos próximos”, ressalta Elenice. Por isso, a especialista orienta as mulheres sobre a importância de fazer regularmente exames ginecológicos que possibilitam o diagnóstico precoce da doença.  

À medida que a doença avança, dentre os principais sintomas que podem aparecer são sangramento e/ou corrimento vaginal, e dor na região pélvica, dentre outros. “Nesses casos, a orientação é sempre procurar uma unidade de saúde para tirar dúvidas, investigar os sinais e/ou sintomas e, se for necessário, iniciar tratamento”, salienta Elenice. Conforme o estágio da doença, os tratamentos podem incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia. A doença é rara em mulheres com até 30 anos. A incidência aumenta na faixa etária de 45 a 50 anos. 

Uma das principais medidas preventivas contra a doença é a vacina contra o HPV, cuja aplicação é recomendada na adolescência. A vacina integra o calendário vacinal obrigatório para meninas na faixa etária de 9 a 14 anos e é oferecida gratuitamente na rede municipal de saúde. O HPV também pode provocar várias doenças em homens. Por isso, a vacina também está disponível para adolescentes do sexo masculino de 11 a 14 anos, conforme previsto no calendário vacinal obrigatório. 

Outra importante medida de prevenção contra a doença recomendada para as mulheres é fazer o exame Papanicolau. “A vacinação, em conjunto com o Papanicolau, se complementam como ações de prevenção. Mesmo as mulheres vacinadas, ao atingirem a idade preconizada, devem realizar o exame. Pois, a vacina não protege contra todos os tipos do vírus HPV”, recomenda Elenice.